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quinta-feira, 27 de junho de 2013

CAPÍTULO - 31- POSFÁCIO

    Atualização Do Meu Poema.


O Passageiro Do Imaginário

Sou Eu.
Não Tenho Nome, Nem Fome.
Fome E Sede E De Saber Sim!

Para Dirigir A Minha Nave
Aos Confins Sidéreos, Sem Fim
 
Sou Piloto E Nave Ao Mesmo Tempo
Do Meu Destino.

Vivo Do Que Cognoscivelmente Contemplo,
Para Manter A Acuidade Do Meu Tino.

Sobrevivo Da Prioridade Deste,
E De Outros Planejados Intentos.  

Eu Sou!!
Mas, Não Me Acho!

Além Do Vento Que Passa,
O Que Sou.
Escrevo, E Sou

Um Passageiro Do Meu Imaginário
Já Que Dele,

Sou O Único Operário.
Cientista Da Minha Mente
Advogado Das Minhas Ações.

Passo, Como Nele Passam As Imagens,
De Um Mundo Melhor,

De Melhores Gerações
Num Futuro De Mais Altruísticas Emoções.

Creio No Efeito Da Equilibrada Educação,
Com Estudos Dos Erros
Para Não Repeti-los,

Já Que A Hegemonia Das Experiências
Para Saber Se Precisa Tentar,
E As Possibilidades De Erros
Se Subjugar.
 
Creio Na Simplicidade,
E Na Energia Que Otimizo Todo Dia.

Sem Esperteza,
Sem Espertência
E Sem Maldades.

A Simplicidade
Dá Função Ao Meu Sistema Sensorial,

Sob A Égide De Um Campo Magnético,
Que Dá Sustentabilidade
À Minha Mente,
No Seu Processo De Criatividade Real.

Por Isso Tudo Que Sou.

- Um Ser Que Não Se Acomoda,
- Não Tem Cansaço,
- Vive A Alegria Dos Movimentos.

De Compatibilizar Sempre
Os Meus Pensamentos
Com Os Meus  Sentimentos,

Por Isso Tudo Que Ainda Sou,
O Vento Que Passa

E Por Onde Passo
Deixo A Luminosidade
Do Rastro De Saudade!.

Evilásio de Sousa
27/06/2013

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